quinta-feira, 21 de julho de 2011

Disposição em Lotes


É mais provável que as necessidades dos clientes sejam satisfeitas quando os administradores implementam seus instrumentos modernos mais poderosos. O instrumento moderno cuja lógica exige que subconjuntos e componentes sejam fabricados em lotes muito pequenos e entregues ao estágio seguinte do processo precisamente no momento necessário é a:

a)    reengenharia;
b)    gestão da qualidade total;
c)    operação pontual ou just in time;
d)    fábrica flexível;
e)    logística. 




Você sabe?

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Capacidade Empreendedora Interna


Uma abordagem utilizada para estimular a capacidade empreendedora interna, relacionada aos esforços informais de parte dos administradores e dos trabalhadores para criar novos produtos e novos processos, é a denominada: 

1-    Spin-on;
2-    Spin-off;
3-    Skunkworks;
4-    Bootlegging;
5-    Buyout alavancado. 




Você sabe?

terça-feira, 19 de julho de 2011

Harrington Emerson e a Administração por Objetivos


Filho de um ministro presbiteriano, foi educado na Bavária, emigrou para os Estados Unidos e terminou trabalhando como engenheiro nas estradas de ferro de Santa Fé. Conta a história que, em 1911, a Comissão Interestadual de Comércio Norte-americano fez um grande debate para tentar provar que os custos dos transportes poderiam ser muito menores se fossem mais bem administrados. Foram convocados muitos técnicos, engenheiros, administradores de fábricas e, entre esses, estava Harrington Emerson. Quem conduziu esse debate foi Louis Brandeis, que cunhou o termo Administração Científica, que veio a representar o grande movimento de racionalização dos métodos da produção, cujo maior expoente foi Taylor. 

Emerson é pouco conhecido hoje, mas é importante dizer que foi o precursor da Administração por Objetivos de Peter F. Drucker, quase 50 anos antes. Ao contrário de Taylor, abordou a organização como um todo e desenvolveu princípios de eficiência, dos quais a definição de objetivos era o mais importante.



Em síntese, a APO implica em uma técnica sistemática de gerência, com forte ênfase no planejamento e no controle, onde o ponto de partida é a fixação dos objetivos da organização, a declaração escrita do que se pretende alcançar. Com a finalidade de: 

1.     Proporcionar à organização uma diretriz certa no sentido de uma finalidade comum;
2.     Promover o trabalho em equipe e eliminar as tendências egocêntricas de grupos existentes na organização;
3.     Servir de base segura para verificar o valor das metas e dos planos e ajudar a evitar erros devidos à omissão;
4.     Tornar maiores as possibilidades de previsão do futuro, pois uma organização deve dirigir o seu destino, em vez de submeter-se a fatalidade ou ao acaso. E por fim:

Os objetivos ajudam a orientar e a prever distribuição criteriosa dos recursos.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Organização Eficiente


A partir do início do século XX, a organização eficiente do trabalho nas empresas tornou-se a base do desenvolvimento da teoria e da prática da administração. Muitas pessoas e grupos participaram desse processo e formaram a chamada escola clássica de administração. A aplicação de métodos de pesquisa para identificar a melhor maneira de trabalhar foi iniciativa de:


(A) Maslow;
(B) Max Weber;
(C) Henri Fayol;
(D) Henry Ford;
(E) Frederick Taylor. 


Você sabe?

domingo, 17 de julho de 2011

Teoria das Relações Humanas - Resumo


* Trata a organização como grupos de pessoas;
* Enfatiza as pessoas;
* Inspirada em sistemas de psicologia;
* Delegação de autoridade;
* Autonomia do empregado;
* Confiança e abertura;
* Ênfase nas relações entre pessoas;
* Confiança nas pessoas;
* Dinâmica grupal e interpessoal.
Origem:
Necessidade de se humanizar e democratizar a Administração e o desenvolvimento das ciências humanas.
Características da TRH:
* Produtividade no trabalho: Segundo Elton Mayo é mais influenciada por incentivos psicológicos do que pelo ambiente físico. Assim, quanto mais integrado o grupo de trabalho , mais produtivo deverá ser o empregado;
* Comportamento grupal: As normas dos grupos influenciam no ambiente de trabalho com mais intensidade do que as normas da empresa. Neste sentido vale lembrar que “o mundo afetivo” do empregado consiste, também do apoio dos colegas;
* Motivação e incentivos: Na 3ª fase de Hawthorne constatou-se que o empregado preferia ganhar um salário menor em função da pressão previamente formulada pelo grupo informal do que produzir acima da produção padrão. Isso chama-se recompensa social ou não material. Estimulo ao trabalho em grupo, as decisões de consenso.
Conseqüências da TRH:
* O homo economicus passou a ser substituído pelo Homem Social;
* Motivação humana: sua influência sobre o moral e a atitude as pessoas;
* Experiência com Liderança e Comunicação;
* Organização Informal;
* Apreciação crítica;
* Natureza do homem social: Homens têm desejos, sentimentos e temores. O comportamento é uma conseqüência dos fatores motivacionais. As pessoas são motivadas por necessidades humanas e alcançam suas satisfações por meio dos grupos sociais com quem interagem. O comportamento dos grupos sociais é influenciado pelo estilo de liderança e supervisão.
Influência da motivação humana:
O ser humano não é motivado por estímulos econômicos e salariais, mas por recompensas sociais, simbólicas e não materiais.
Apreciação crítica:
* Oposição cerrada à Teoria Clássica;
* Inadequada visualização dos problemas das relações industriais;
* Concepção ingênua e romântica do operário;
* Limitação do campo experimental;
* Parcialidade das conclusões;
* Ênfase nos grupos informais;
* Enfoque manipulativo das relações humanas.

sábado, 16 de julho de 2011

Classificação quanto ao nível dos Administradores


Quanto ao tipo, os administradores podem ser classificados pelo nível que ocupam na organização e pelo âmbito das atividades organizacionais pelas quais são responsáveis. Assim, é possível afirmar que a classificação quanto ao nível é:

a) Gerentes de primeira linha, funcionais e gerais
b) Gerentes de primeira linha, médios e administradores de topo
c) Gerentes funcionais, gerais e administradores de topo
d) Gerentes funcionais e gerais, médios e administradores de topo 


Você sabe?

sexta-feira, 15 de julho de 2011

As Sete Ferramentas da Qualidade – Aprenda a Fazer Fluxogramas utilizando o MS Visio 2007 – Aula 1/5


 Por JOSÉ RICARDO RIGONI, 

Fui convidado pelo Gustavo Periard para escrever sobre Qualidade na Gestão de Empresas aqui no Sobre Administração. Achei o convite interessante pois tenho uma identificação muito grande com essa área, na qual já trabalhei e que escrevo artigos em meu site pessoal.

Achamos interessante para os leitores abordar aqui um tema muito procurado pelas pessoas que trabalham ou vão trabalhar nesta área, que são as Sete Ferramentas da Qualidade.

Eu percebo que mesmo para pessoas que não sejam da área de Qualidade, o conhecimento dessas ferramentas pode trazer uma vantagem considerável, pois não há limites para a aplicação dessas ferramentas. Vamos apresentar aqui uma série de 5 posts sobre as sete ferramentas e como elas podem melhorar os resultados operacionais de uma organização, permitindo assim que a empresa atenda melhor os seus clientes, e consequentemente ganhe mais dinheiro. Em cada post apresentaremos uma vídeo-aula com a apresentação de todo o conteúdo discutido.

No ambiente empresarial a preocupação com a qualidade dos produtos e serviços tem se acentuado nos últimos 50 anos. Os clientes estão cada vez mais exigentes e informados sobre os produtos que adquirem. As leis de defesa do consumidor e as normas regulamentares avançam na mesma proporção. As sete ferramentas foram propostas porIshikawa para se utilizar nos Círculos de Controle de Qualidade – CCQ (reuniões entre os funcionários de uma empresa para discutir melhorias da qualidade). Não foi Ishikawa quem desenvolveu todas elas, mas ele foi fundamental no incentivo da utilização dessas ferramentas para a melhoria do desempenho da organização.

As Sete Ferramentas propostas por Ishikawa para melhoria da qualidade são:

* Fluxograma
* Diagrama de Pareto
* Folhas de Verificação
* Diagrama de Causa e Efeito ou Diagrama de Ishikawa (ou Espinha de Peixe)
* Histograma
* Gráficos de Controle de Processos
* Diagrama de Correlação

Neste primeiro post vamos disponibilizar para download grátis uma vídeo-aula sobre como elaborar um fluxograma usando o software Visio 2007.


Esta vídeo-aula apresenta:

* A importância de um fluxograma;
* Como mapear um processo;
* Elaboração de um fluxograma no Visio 2007;
* Como fazer conclusões e análises sobre um processo mapeado;

Nosso objetivo ao final destas vídeo-aulas é que você possa entender a importância destas ferramentas e como utilizá-las na organização. Por isso, as apresentações das sete ferramentas seguem um modelo de consultoria fictícia, mas que está muito próximo da realidade. Tudo começa quando uma pequena fábrica de parafusos começa a receber muitas reclamações de seus clientes. Ela fornece para grandes distribuidores de materiais de construção de uma região metropolitana e por isso decide contratar uma equipe de consultoria para ajudá-la a entender as causas das reclamações e como agir frente a esses problemas.

É nesse cenário que as video-aulas são apresentadas, permitindo que você possa compreender as ferramentas e também como utilizá-las em uma situação cotidiana.

Qualquer dúvida ou sugestão sobre o tema estamos a disposição para maiores esclarecimentos. Deixe um comentário!
Para fazer o download da vídeo-aula, clique aqui.



Fonte: www.sobreadministração.com