quinta-feira, 28 de julho de 2011

Responsabilidade Social


John Elkington no livro Canibais de Garfo e Faca, cita que “o desafio atual é desenvolver uma economia global sustentável, que possa ser sustentada pelo planeta indefinidamente.” Neste contexto, é crescente o interesse pela sustentabilidade empresarial, mas as opiniões são controversas sobre o assunto.
Na abordagem clássica de responsabilidade social, apoiada por economistas como Milton Friedman (vencedor do Prêmio Nobel de Economia em 1976),  “a única responsabilidade social da empresa é gerar emprego para a sociedade e lucro para os acionistas.”
Na 3º Conferencia Internacional sobre RSE ocorrida no Chile em 2005, o professor de Harvard James Austin citando Friedman, defendeu que  “O négócio dos negócios é criar valor social além de econômico. Porque o valor econômico nem sempre cria valor social, mas o valor social sempre cria valor econômico, numa espiral virtuosa.”
Economistas como Paul Samuelson (Nobel de Economia em 1970) apoia um  ponto de vista socioeconômico da responsabilidade social, em que é necessário contribuirmos para o desenvolvimento do meio em que estamo inserido, pois é deste que retiramos insumos como matéria prima e mão de obra.
Contudo, o conceito mais aceito atualmente, é o cunhado por Elkington em 2002, conhecido como os três pilares da sustentabilidade, ou pelo termo em inglês triple bottom line (TBL), que defende o equilibrio entre o desenvolvimento econômico, social e ambiental.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Teorias da Administração


Considerando as principais Teorias da Administração, é correto afirmar que:

a) a Escola Quantitativa teve início aproximadamente em 1930.
b) a Escola Comportamental teve início aproximadamente em1930.
c) a Abordagem Contingencial teve início aproximadamente em 1950.
d) o Novo Movimento das Relações Humanas e a Abordagem Sistêmica tiveram início aproximadamente em 1950. 

Você sabe?

terça-feira, 26 de julho de 2011

Teoria Estruturalista

Teoria Estruturalista surge como um verdadeiro desdobramento da Teoria da Burocracia e uma leve aproximação da Teoria das Relações Humanas, representando uma visão crítica da organização formal.
Estruturalismo: abordagem múltipla e globalizante (org. formal e a informal), relacionando as organizações com o seu ambiente externo, que é a sociedade e organizações caracterizada pela interdependência.
A visão dos estruturalistas sobre a organização: sistema deliberadamente construído e em constante relação de intercâmbio com o ambiente, entre as suas partes, destacando-se as relações entre a organização formal e a informal, privilegiando a abordagem comparativa.
A visão dos estruturalistas sobre os conflitos: processo social fundamental, propulsor do desenvolvimento. Inevitáveis e muitas vezes desejáveis. Provocam tensões e antagonismos envolvendo aspectos positivos e negativos.


Origens da Teoria Estruturalista:


- segundo CARAVANTES (1998) a abordagem estruturalista pode ser definida como uma tentativa de reunir aspectos relevantes da Abordagem Clássica (formal) e da Abordagem Humanística (informal);
- a necessidade de se visualizar a organização de forma ampla, complexa, em que participam diferentes grupos sociais;

- a influência do estruturalismo nas ciências sociais e a repercussão destas no estudo das organizações;
- estrutura: arranjo dos elementos constitutivos da organização, designando ao mesmo tempo um conjunto e as suas inter-relações.
- o estruturalismo se preocupa com o todo e com o relacionamento das partes na constituição do todo. “É um método analítico e comparativo que estuda os elementos ou fenômenos em relação a uma totalidade, salientando o seu valor de posição.” (CHIAVENATO, 1983, p.321)
- a totalidade, a interdependência das partes e o fato de que o todo é maior do que a simples soma das partes são características básicas do estruturalismo (sinergia).

Estrutura organizacional: é a maneira como as atividades da organização são divididas. É a espinha dorsal da organização, constitui a arquitetura, ou formato organizacional.
- o organograma constitui a representação gráfica da estrutura organizacional
Visão de homem (na burocracia e no estruturalismo): Homem organizacional, o homem que desempenha papéis em diferentes organizações.
Os incentivos no estruturalismo: incentivos e recompensas sociais (status, prestígio, relações sociais), assim como materiais, bem como as suas influências mútuas.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Reengenharia de recriar a forma de ser da empresa


A reengenharia é um esforço organizado, conduzido do alto para baixo em uma companhia com o objetivo de rever, tanto quanto possível, e, se necessário, reformular completamente os seus principais processos de trabalho. Dentre as diversas modalidades, a que busca recriar a forma de ser da empresa é chamada reengenharia:

(A) cultural;
(B) estratégica;
(C) de negócio;
(D) de sistema;
(E) de informação. 




Você sabe?

domingo, 24 de julho de 2011

Pense na Burocracia

O vocábulo burocracia, mormente é utilizado, a partir do senso comum, em seu sentido deturpado da sua formulação e intencionalidade inicial. A saber: instituição pública onde o papelório existente e as infindáveis rotinas administrativas resultam em ineficiência, morosidade, procedimento administrativo lento. Para o leigo, burocracia é exatamente sinônimo de emperramento, das disfunções dos trâmites administrativos.
Segundo Max Weber, burocracia quer dizer exatamente o inverso de sua rotulação pejorativa. Burocracia é sinônimo de organização, eficiência. Trata-se de uma organização administrada por normas procedimentais, previamente estabelecidas e escritas (uma espécie de regimento interno, estatuto ou congêneres), onde estão dispostas todas as chamadas rotinas administrativas.
No cenário das atividades empresariais (comércio, serviços etc.) estão também previstos as formas de como fazer, como vender, como executar dada tarefa, ou seja, tudo aquilo que é preciso saber para o funcionamento do empreendimento está estipulado em documentos, esses podem se chamar rotinas técnicas, manuais etc.
Weber preceitua a burocracia a partir da disciplina e obediência às normas estabelecidas. São características pertinentes à burocracia dentro da concepção weberiana: o caráter legal das normas e regulamentos; o caráter formal das comunicações; o caráter racional e divisão do trabalho; a observância da impessoalidade nas relações; hierarquia de autoridade; rotinas e procedimentos padronizados; competência técnica e meritocracia; especialização da administração; profissionalização dos participantes, bem como completa previsibilidade do funcionamento.
Dentro do cientificismo estruturado de Max Weber as ações humanas devem obedecer a um rígido e disciplinado principio hierárquico: nada deve “sair” daquilo que está previamente determinado. Um dos pontos mais duramente criticados pelos opositores de Weber na chamada “burocracia weberiana”, analisando-a a partir da Teoria Organizacional teve como fator determinante a rigidez que Weber tentou “impregnar” nas ações humanas.
As instituições militares se encaixam com perfeição como exemplos da burocracia pensada a partir da concepção weberiana. No ambiente militar a disciplina é fundamental e, em conseqüência a hierarquia é respeitada, as tarefas obedecem a uma rotina estabelecida previamente. A especificidade é uma característica necessária para o exercício de determinada função. A cobrança dos superiores e o hábito da observância da disciplina às regras institucionais subjazem a ideologia destas instituições.
O comportamento habitualmente praticado nas corporações militares serve para reduzir ao mínimo os atritos interpessoais, devido ao contato restritivo (oficialmente pautado na figura do superior hierárquico).
Uma observação assaz pertinente a ser feita em relação à Weber é que dentro do pragmatismo da lógica da burocracia weberiana é no que diz respeito as organização informal. A informalidade não foi pensada por Weber. Melhor dizendo ela (a informalidade) é, dentro de sua ótica uma disfunção, uma anomalia. Para ele seria uma espécie de variação dentro da racionalidade dos comportamentos humanos.
Não se pode negar a importância das fundamentações weberianas nem tampouco a sua grande utilidade para o desempenho das atividades laborais tanto na esfera pública, atividades empresariais privadas e nas instituições militares.Na atualidade, ainda que a lógica da burocracia de Weber seja observada, muitas instituições (inclusive as militares) estão buscando se tornarem um pouco mais “flexíveis”. Lidar com seres humanos implica em conviver com comportamentos diversificados, caracteres multifacetados, idiossincrasias diversas. Na lida com pessoas implica em atuar no social, nos meandros intimistas de cada pessoa e, isto, naturalmente, é muito mais complexo. Não pode ser pré-estabelecido dentro de conceitos genéricos.

REFERÊNCIAS MOTTA, Fernando C. Prestes; BRESSER-PEREIRA, Luiz Carlos. Introdução à Organização Burocrática. 2. ed. rev. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004..

sábado, 23 de julho de 2011

Qualidade na Organização


Atualmente, a qualidade é considerada responsabilidade de todas as áreas de uma organização, e não mais de um departamento especializado no assunto. Esse enfoque foi, primeiramente, adotado por:

(A) J. M. Juran;
(B) Feigenbaun;
(C) K. Ishikawa;
(D) P. B. Crosby;
(E) W. E. Deming. 




Você sabe?